Quem Deus abençoa, ninguém amaldiçoa!

Hoje fui confrontada com uma situação sui-generis. Não foi a primeira vez (e creio que não será a última) que vivi, na primeira pessoa, uma situação de pura maldade alheia, fortuita e gratuita.

Não sou da opinião que fazer maldades aos outros para benefício próprio seja legítimo, correcto ou aceitável, de todo! Mas cá dentro da minha cabecinha sempre há uma “justificação” para a filha da putice.

Mas o que se ganha quando nada há a ganhar? A não ser talvez ver o outro com dor de cabeça, entre papéis e licenças?

Andei o dia todo a pensar nisso. Não cheguei a conclusão nenhuma mas, por exclusão de partes, aposto as minhas fichas em conseguir satisfazer a inveja que há dentro da criatura.

Estou chateada, irritada e grata! Muito grata! Mas mesmo muito grata a Deus, à vida e à minha Mamy por me darem e criarem com um coração do bem. Deve ser do caralho viver sempre na mesquinhice, no amargo do fel, na penumbra, sem paz de espírito, preocupado como e quando alimentar aquele monstro dentro de si.

Acredito mesmo que a vida é outra coisa, muito mais importante. 🙏

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