RAP, uma história de humor.

Desde miúda que estremeço quando alguém quer contar anedotas. D-E-T-E-S-T-O!

A consciência de que é suposto rir para que a outra pessoa se sinta confortável é meio caminho andado para me sentir desconfortável.

Mas, curiosamente, é no humor que encontro uma terapia sensacional! Seja uma gargalhada ou um sorriso genuíno, deixam-me mentalmente mais leve, com uma sensação de que a vida é mais fácil.

Existem dois ingredientes fundamentais para me fazer rir, a espontaneidade e a inteligência na desconstrução. Normalmente a espontaneidade arranca as gargalhadas mais sonoras (e estridentes). A inteligência na desconstrução, seja de verdades, de politicamente correctos, de estigmas ou paradigmas, é responsável por sorrisos recheados de admiração.

Existem pessoas cuja maneira de ser (ou de estar profissionalmente) admiro tanto que sou capaz de as ver e ouvir horas seguidas, e não poucas vezes, o meu ponto de vista é discordante do delas. Mas é isso que me fascina, a capacidade que têm de me fazer ver as coisas sobre outro prisma; a ousadia de me fazerem rir com assuntos sérios e a inteligência de verem o oposto do normal.

Dentre vários há um nome que, para mim, é uma constante. E por falar em humor e desconstrução, o único que fez capa da Playboy e vestido – Ricardo Araújo Pereira.

Quando normalmente nos dividimos entre aqueles que veem o copo meio cheio e o copo meio vazio, é um elixir de juventude testemunhar os que veem o copo virado para baixo. É que muitas vezes a vida só faz sentido de pernas ao alto. 😹

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