Lara, ela e o meu primeiro nome.

Há mais protagonistas nesta história, mas não pretendo apresentá-los a todos por estes dias.

Mas hoje tem de ser o dia de uma outra peluda, a Lara. Aquela que tem por mim o seu amor maior e por quem eu me derreto, mesmo quando mia sem parar.

Dela sou a sua babá, cuidei quando ainda era bebé, nessa altura a Lara vivia provisoriamente com o nosso amigo G. até a minha mamy regressar do estrangeiro. Aqui por casa achava-se na época que a lotação já estava esgotada (não podíamos estar mais enganados).

A Lara era gatinha de rua e num dia de Outono, em 2010, para se aquecer, meteu-se no motor de um carro. Horas mais tarde o condutor ligou o motor e a peludinha caiu tombada. O G. foi o seu salvador, passava na rua no momento e levou-a de imediato para a veterinária. Equacionou-se o abate, mas o G. sempre acreditou que a Lara fosse capaz de um milagre – e foi, só a surdez ficou dessa história. Hoje é uma gatinha normal, ainda que surdinha, com um temperamento forte, destemida, com um apetite sempre pronto e voraz.

Há momentos em que me apetece abraçá-la tanto e com tanta força, quase a ponto de a amassar! E faço-o, mas com muito cuidadinho, está ali o coração que mais me ama no mundo. 🐈

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