Florbela Espanca.

Conheci a obra de Florbela Espanca com quinze anos. Lembro-me de ler os poemas dela e de a imaginar, na sua dor, no seu amor. Despertou-me interesse e senti afinidade. As palavras dela ecoavam cá dentro, faziam sentido. Chorei muito enquanto a li.

Hoje, vinte e cinco anos depois, continuo a vê-la como uma mulher fascinante, cuja escrita me marca profundamente e cujas palavras entendo sempre.

Também eu tenho uma sede de infinito, talvez seja uma alma atormentada que tem saudade sei lá de quê…

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